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IH e FCUL assinam protocolo de cooperação

O Instituto Hidrográfico (IH) e a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL), assinaram, hoje, dia 2 de novembro, um protocolo de cooperação, no âmbito académico e científico, na área das ciências do mar.

O presente protocolo estabelece os termos da cooperação entre a FCUL e o IH, no âmbito das competências específicas das duas instituições, com o objetivo de alinhar as suas estratégias e agendas de investigação, otimizar a utilização dos recursos humanos, equipamentos e infraestruturas, contribuir para a formação de quadros qualificados, aproveitar as oportunidades decorrentes das virtualidades do espaço europeu de investigação e potenciar as redes de cooperação nacionais e internacionais em que se encontrem integradas.

Neste ato, assinou pelo IH o Diretor-geral, contra-almirante António Manuel Coelho Cândido, e pela FCUL, o Diretor, Prof Doutor José Artur Martinho Simões.


O Instituto Hidrográfico, enquanto órgão da Marinha e Laboratório do Estado, tem como missão fundamental assegurar as atividades de investigação e desenvolvimento tecnológico relacionadas com as ciências e as técnicas do mar, designadamente nas áreas da hidrografia, cartografia hidrográfica, segurança da navegação, oceanografia e defesa do meio marinho.
O Instituto Hidrográfico dispõe de recursos humanos, tecnológicos e conhecimentos de relevância fundamental para a prossecução de atividades de formação e investigação no domínio das ciências do mar e participa em vários projetos de investigação com outros institutos e universidades, nacionais e estrangeiros.

A Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa realiza investigação e ensino nas áreas científicas de base nos domínios das ciências do mar, das ciências da Terra e do ambiente, das ciências matemáticas e da informação, das tecnologias da informação e da comunicação, das ciências físicas e das ciências químicas, dispondo assim de capacidade científica e de recursos tecnológicos significativos em áreas instrumentais para as necessidades, em permanente evolução, de desenvolvimento e de condução de aplicações operacionais da responsabilidade dos laboratórios do Estado, assumindo uma cultura de cooperação e de rede com as instituições do sistema científico e tecnológico nacional, numa perspetiva de otimização de recursos e de eficácia.

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